26 de janeiro de 2009

Os amigos

Hoje vejo com clareza todos os que fazem parte (ou que eu desejo que façam parte) da minha vida.
Me surpreendo a cada amanhacer com as pessoas que apareceram em minha vida, e com as que dela não fazem mais parte.
Eu me lembro de todos, e peco muitas vezes por não dar uma ligação, não enviar um e-mail, não deixar um recadinho no Orkut. Também lamento por não estar ao lado deles quando precisaram de mim e lamento não saber ter pedido ajuda quando eu precisei.
Lamento ter me escondido dentro da minha casa, dentro do meu quarto, dentro de mim mesma quando poderia tê-los procurado.
Mas agradeço, porque por mais que eu me esconda, muitos enxergam dentro de meus olhos e lançam a pergunta: ”Tá tudo bem mesmo?” E quando essa pergunta chega, meu mundo desaba, as lágrimas caem, a saudade bate, tudo acontece...
Eu queria poder retribuir de alguma forma, tudo o que eles têm feito por mim, porque eu, com a mão machucada, tenho quem me ajuda a carregar o peso da vida.

Alê, Má, eu (coma mão enfaixada), Ellen e figurantes!

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