E lá vou eu... 
O momento de comodismo está passando. Eu preciso muito dar um rumo a minha vida. Nunca me contentei com o conformismo, com a mesmice. Sempre corri atrás dos meus objetivos. E hoje, olho pro lado, pra trás e não vejo nada a minha frente.
Nunca deixei de ver as oportunidades que me cercavam. Hoje não as vejo, não tenho objetivos. Não sei o que fazer. Sempre tive opções para poder escolher. Hoje, n]ao tenho opções, nem se quer sei o que quero.
O que sei é que vive em mim muita esperança. Várias esperanças... E sonho muito em voltar pra SC, trabalhar em Floripa, mas não vejo meu futuro lá. Vejo meu futuro em SP, trabalhando aqui, morando aqui, saindo aqui, meus amigos estão aqui... todos que fazem parte da minha moram aqui...
Voltar para SC é um refúgio, é onde quero me esconder de tudo, dos meus problemas, mas ir pra lá não signfica terminar com os meus problemas, significa torná-los questões não resolvidas em minha vida. É estranho olhar ao meu redor e não ver nada! Não vejo pessoas, não vejo soluções. Ir para SC seria apenas mudar geograficamente.
E a esper
ança de voltar com o Idalton? Como ficará?
Eu tento esquecê-lo mas não consigo, tudo, tudo, tudo me lembra ele! Acordo pensando nele, dirijo pensando nele, como pensando nele, trabalho pensando nele, faço academia pensando nele... penso sempre num possível reencontro, num telefonema, num cinema... penso em tudo e nada acontece. Dizem que o pensamento tem um grande poder, que nossa mente consegue realizar, basta desejar profundo. E eu desejo, e desejo muito, a cada instante, a cada piscar de olhos...
Se eu pudesse decifrar sonhos, eu teria a resposta. Peço muito a Deus que me mostre o caminho, que me ilumine e me diga pra onde seguir, e ele tem dado dicas, mas eu não tenho conseguido decifrá-las. Sei que o “Cara lá de Cima” não me abandona e fará o melhor por mim, basta eu acreditar. E desejar. E honrar tudo que Ele tem feito por mim.

O momento de comodismo está passando. Eu preciso muito dar um rumo a minha vida. Nunca me contentei com o conformismo, com a mesmice. Sempre corri atrás dos meus objetivos. E hoje, olho pro lado, pra trás e não vejo nada a minha frente.
Nunca deixei de ver as oportunidades que me cercavam. Hoje não as vejo, não tenho objetivos. Não sei o que fazer. Sempre tive opções para poder escolher. Hoje, n]ao tenho opções, nem se quer sei o que quero.
O que sei é que vive em mim muita esperança. Várias esperanças... E sonho muito em voltar pra SC, trabalhar em Floripa, mas não vejo meu futuro lá. Vejo meu futuro em SP, trabalhando aqui, morando aqui, saindo aqui, meus amigos estão aqui... todos que fazem parte da minha moram aqui...
Voltar para SC é um refúgio, é onde quero me esconder de tudo, dos meus problemas, mas ir pra lá não signfica terminar com os meus problemas, significa torná-los questões não resolvidas em minha vida. É estranho olhar ao meu redor e não ver nada! Não vejo pessoas, não vejo soluções. Ir para SC seria apenas mudar geograficamente.
E a esper
ança de voltar com o Idalton? Como ficará?Eu tento esquecê-lo mas não consigo, tudo, tudo, tudo me lembra ele! Acordo pensando nele, dirijo pensando nele, como pensando nele, trabalho pensando nele, faço academia pensando nele... penso sempre num possível reencontro, num telefonema, num cinema... penso em tudo e nada acontece. Dizem que o pensamento tem um grande poder, que nossa mente consegue realizar, basta desejar profundo. E eu desejo, e desejo muito, a cada instante, a cada piscar de olhos...
Se eu pudesse decifrar sonhos, eu teria a resposta. Peço muito a Deus que me mostre o caminho, que me ilumine e me diga pra onde seguir, e ele tem dado dicas, mas eu não tenho conseguido decifrá-las. Sei que o “Cara lá de Cima” não me abandona e fará o melhor por mim, basta eu acreditar. E desejar. E honrar tudo que Ele tem feito por mim.

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