Agora, vou saber o quanto sou forte, o quanto preciso de pessoas ao meu lado, ou não.
Esse final de semana, foi intenso. Um misto de saudade, vontade de ir embora, vontade de ficar, expectativa, tristeza, alegria, alegria! Todos esses sentimentos juntos me causam muita dúvida. Tudo aconteceu esses últimos dois dias.
Foi o dia das conclusões sobre frases feitas:
Aquela história de sentir só no meio da multidão é verdadeira.
Aquela história de que só um novo amor, cura outro amor, é mentira.
A famosa frase “logo passa!”, deveria ser “um dia talvez você se recupere passe!”.
“Um novo amor, cura tudo!” Um novo amor só traz lembranças do velho, pelo menos pra mim, nesse momento.]
Tô cansada se ver e ouvir as mesmas coisas e nada muda!
Poupem-me de conselhos repetitivos.
17 de novembro de 2008
12 de novembro de 2008
Chegou a hora!
A hora do "Adeus"!
Adeus do Ni, adeus da Ná... e dessa vez, por incrível que pareça, eu não estou triste, e sei que tudo que está acontecendo passa, e que cada coisa que passa é um caminho que se abre para algo novo.
É incrível o poder que a sensação de um futuro melhor me trás!
Adeus do Ni, adeus da Ná... e dessa vez, por incrível que pareça, eu não estou triste, e sei que tudo que está acontecendo passa, e que cada coisa que passa é um caminho que se abre para algo novo.
É incrível o poder que a sensação de um futuro melhor me trás!
7 de novembro de 2008
5 de novembro de 2008

O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, vivo?
Elas observam meu presente indeciso
Eu contemplo o seu passado preciso
Eu choro, espirro, gozo...
E elas, simplesmente, brilham
Mas o que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, sonho?
Impropérios e desaforos rondam meus planos
Igual ao vácuo abraçando aos sistemas
Tantos nós, tantos sóis...
Eu como, eu apodreço, eu vomito...
Elas, majestosamente, brilham
O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, grito?
Sussurros estelares carregam o tempo
Eu só enxergo o que os meus olhos permitem
Fuleragem atômica, mundana
Fuligem cósmica
Eu, sistematicamente, durmo
Elas, persistentemente, brilham
O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, sofro?
Perco os propósitos no espelho manchado
Gotas randômicas preenchem o infinito
Elas caçoam de meu destino
Enxergam meu sol com indiferença
Seis bilhões de dúvidas!
Eu padeço, tombo, desisto...
Elas, esplendorosamente, apagam!
O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, morro?
By Jair Rodrigues
Elas observam meu presente indeciso
Eu contemplo o seu passado preciso
Eu choro, espirro, gozo...
E elas, simplesmente, brilham
Mas o que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, sonho?
Impropérios e desaforos rondam meus planos
Igual ao vácuo abraçando aos sistemas
Tantos nós, tantos sóis...
Eu como, eu apodreço, eu vomito...
Elas, majestosamente, brilham
O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, grito?
Sussurros estelares carregam o tempo
Eu só enxergo o que os meus olhos permitem
Fuleragem atômica, mundana
Fuligem cósmica
Eu, sistematicamente, durmo
Elas, persistentemente, brilham
O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, sofro?
Perco os propósitos no espelho manchado
Gotas randômicas preenchem o infinito
Elas caçoam de meu destino
Enxergam meu sol com indiferença
Seis bilhões de dúvidas!
Eu padeço, tombo, desisto...
Elas, esplendorosamente, apagam!
O que pensam as estrelas enquanto eu, cá embaixo, morro?
By Jair Rodrigues
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